Genealogia

A genealogia é uma ciência auxiliar da história que estuda a origem, evolução e disseminação das famílias e respectivos sobrenomes ou apelidos.

A definição mais abrangente é “estudo do parentesco”. Como ciência auxiliar, desenvolve-se no âmbito da “História de Família”, onde é a peça fundamental subsidiada por outras ciências, como a sociologia, a economia, a história da arte ou o direito.

É também conhecida como “ciência da História da Família” pois tem como objetivo desvendar as origens das pessoas e famílias por intermédio do levantamento sistemático de seus antepassados ou descendentes, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos inter-familiares.

Tal levantamento pode ser estendido aos descendentes como aos ascendentes de uma determinada figura histórica sendo muitas vezes difícil classificar os nomes de família por causa das mudanças de ortografia e pronúncia com o passar do tempo. Várias palavras antigas tinham significados diferentes na época, ou hoje em dia não são mais usadas. Muitos nomes de família dependeram da competência e discrição de quem os fez no ato do registro.

Árvore genealógica

Árvore genealógica (é neste contexto que se fala de ramo genealógico) é um histórico de certa parte dos ancestrais de uma pessoa ou família. Mais especificamente, trata-se de uma representação gráfica genealógica para mostrar as conexões familiares entre indivíduos, trazendo seus nomes e, algumas vezes, datas e lugares de nascimento, casamento, fotos e falecimento. O nome se dá pelo fato da semelhança ao ramificar das árvores, que normalmente segue o padrão Fibonacci. A representação da árvore duma ascendência, também chamada árvore de costados, tende a ter um crescimento exponencial de base 2. Progressão de , , , , , etc.

Uma árvore genealógica também pode representar o sentido inverso, ou seja, partindo de um antepassado comum, sendo a raiz da árvore, até todos seus descendentes colocados nas suas inúmeras ramificações, que é chamada árvore de geração.

O uso destas se faz para prova de ancestralidade, o indivíduo que constrói árvores genealógicas, quando da própria família é denominado probandus ou de cujus. É também usada na medicina, para estudo de doenças de cunho genético, tais como adição, gota, diabetes, etc. No caso especifico da representação dos descendentes diretos próximos é denominado pedigree. ou linhagem, sendo que pedigree, tem por vezes denotações pejorativas.

Sobrenome – História e Origem

Uso HistóricoOs sobrenomes foram primeiramente usados pela nobreza e ricos latifundiários (senhores feudais), e pouco a pouco foram adotados por comerciantes e plebeus.Os primeiros nomes que permaneceram foram aqueles de barões e latifundiários, que receberam seus nomes a partir de seus feudos e/ou propriedades. Estes nomes se fixaram através da hereditariedade destas terras. Para os membros da classe média e trabalhadores, como as práticas da nobreza eram imitadas, começaram a usar assim os sobrenomes, levando a prática ao uso comum.

É uma tarefa complicada classificar os nomes de família por causa das mudanças de ortografia e pronúncia com o passar dos anos. Muitas palavras antigas tinham significados diferentes na época, ou hoje em dia estão obsoletas. Muitos nomes de família dependeram da competência e discrição de quem os escreveu no registro.

O mesmo nome pode muitas vezes estar escrito de diferentes maneiras até mesmo em um documento só. Um exemplo: Carlos Red, que recebeu seu nome por ter cabelos vermelhos (red=vermelho, em inglês), pode ter descendentes prováveis com o sobrenome Reed, Reade, etc.

Disposições legais 

A decisão de adotar ou não o nome do cônjuge no casamento deve estar baseada na idéia de união finita, não eterna. Geralmente, apesar de não ser mais obrigatório por lei, a mulher adota o nome do marido, passando a ter uma identidade diferente do seu tempo de solteira.

Todos os documentos precisam ser alterados e ela passa a ser conhecida por uma nova designação, que pertence ao casal.

Assim, ao casar, mulher nenhuma deveria adotar o nome do marido e vice-versa (hoje, os homens também podem adotar o nome das esposas), a não ser que haja fundadas razões para agir dessa forma. As pessoas devem nascer e morrer com o mesmo nome. Já foi o tempo em que mulheres eram propriedade dos maridos e perdiam a identidade ao casar.

Número de Fibonacci

sucessão de Fibonacci ou seqüência de Fibonacci é uma seqüência de números naturais, na qual os primeiros dois termos são 0 e 1, e cada termo subseqüente corresponde à soma dos dois precedentes.

A seqüência tem o nome do matemático pisano do século XIII Leonardo de Pisa, conhecido como Leonardo Fibonacci, e os termos da seqüência são chamados números de Fibonacci. Os números de Fibonacci são, portanto, os números que compõem a seguinte seqüência de números inteiros (seqüência A000045 na OEIS):

0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, …

Em termos matemáticos, a sequência é definida recursivamente pela fórmula abaixo, sendo os dois primeiros termos F0= 0 e F1= 1.

Em seu livro de 1202, intitulado Liber Abaci, Fibonacci introduziu a seqüência na matemática da Europa Ocidental, embora ela já tivesse sido descrita anteriormente por matemáticos indianos. Pela convenção moderna, a seqüência inicial com F0 = 0. No Liber Abaci, ela começava com F1 = 1, omitindo-se o zero inicial, e alguns ainda escrevem a seqüência dessa forma.

A seqüência de Fibonacci tem aplicações na análise de mercados financeiros, na ciência da computação e na teoria dos jogos. Também aparece em configurações biológicas, como, por exemplo, na disposição dos galhos das árvores ou das folhas em uma haste, no arranjo do cone da alcachofra, do abacaxi, ou no desenrolar da samambaia.

Origens

No ocidente, a sequência de Fibonacci apareceu pela primeira vez no livro Liber Abaci (1202) de Leonardo de Pisa, conhecido como Fibonacci, embora ela já tivesse sido descrita por matemáticos indianos. Fibonacci considerou o crescimento de uma população idealizada (não realista biologicamente) de coelhos. Os números descrevem o número de casais na população de coelhos depois de n meses se for suposto que:

No primeiro mês nasce apenas um casal, casais amadurecem sexualmente (e reproduzem-se) apenas após o segundo mês de vida,

não há problemas genéticos no cruzamento consangüíneo,

todos os meses, cada casal fértil dá a luz a um novo casal, e

os coelhos nunca morrem.

Mas genericamente, chama-se sequência de Fibonacci qualquer função g onde g(n + 2) = g(n) + g(n + 1). Essas funções são precisamente as de formato g(n) = aF(n) + bF(n + 1) para alguns números a e b, então as sequências de Fibonacci formam um espaço vetorial com as funções F(n) e F(n + 1) como base.

Em particular, a sequência de Fibonacci com F(1) = 1 e F(2) = 3 é conhecida como os números de Lucas. A importância dos números de Lucas L(n) reside no fato deles gerarem a Proporção áurea para as enésimas potências.

Ou seja, no sexto mês foram gerados 8 coelhos.

F(6) = (F(6) – 1) + (F(6) – 2) = 5 e 4 → 8 ( Soma do Resultado de F(5) e F(4) )

F(5) = (F(5) – 1) + (F(5) – 2) = 4 e 3 → 5 ( Soma do Resultado de F(4) e F(3) )

F(4) = (F(4) – 1) + (F(4) – 2) = 3 e 2 → 3 ( Soma do Resultado de F(3) e F(2) )

F(3) = (F(3) – 1) + (F(3) – 2) = 2 e 1 → 2

F(2) = (F(2) – 1) + (F(2) – 2) = 1 e 0 → 1

e a primeira posição 1.

Note que a sequência de Fibonacci esta no resultado de cada posição: 1, 1, 2, 3, 5, 8, …

Aplicações

Os números de Fibonacci são importantes para a análise em tempo real do algoritmo euclidiano, para determinar o máximo divisor comum de dois números inteiros.

Matiyasevich mostrou que os números de Fibonacci podem ser definidos por uma Equação diofantina, o que o levou à solução original do Décimo Problema de Hilbert.

Os números de Fibonacci aparecem na fórmula das diagonais de um triângulo de Pascal (veja coeficiente binomial).

Um uso interessante da sequência de Fibonacci é na conversão de milhas para quilômetros. Por exemplo, para saber aproximadamente a quantos quilômetros 5 milhas correspondem, pega-se o número de Fibonacci correspondendo ao número de milhas (5) e olha-se para o número seguinte (8). 5 milhas são aproximadamente 8 quilômetros. Esse método funciona porque, por coincidência, o fator de conversão entre milhas e quilômetros (1.609) é próximo de φ (1.618) (obviamente ele só é útil para aproximações bem grosseiras: além do fator de conversão ser diferente de φ, a série converge para φ).

Identidades

F(n + 1) = F(n) + F(n − 1)

F(0) + F(1) + F(2) + … + F(n) = F(n + 2) − 1

F(1) + 2 F(2) + 3 F(3) + … + n F(n) = n F(n + 2) − F(n + 3) + 2

É possível essas identidades usando diferentes métodos. Mas, entretanto, nós queremos demonstrar uma elegante prova para cada um de seus usos aqui. Particularmente, F(n) podem ser interpretados como o número de formas de adicionar 1’s e 2’s até n − 1, convencionando-se que F(0) = 0, significando que nenhuma soma irá adicionar até -1, e que F(1) = 1, significando que a soma 0 será “adicionada” até 0. Aqui a ordem dos números importa. Por exemplo, 1 + 2 e 2 + 1 são consideradas duas diferentes somas e são contadas duas vezes.

Prova da primeira identidade

Sem perda de generalidade, podemos assumir n ≥ 1. Então F(n + 1) conta o número de formas de somar 1’s e 2’s até n.

Quando a primeira parcela é 1, há F(n) formas de completar a contagem para n − 1; quando a primeira parcela é 2, há F(n − 1) formas de completar a contagem para n − 2. Portanto, no total, há F(n) + F(n − 1) formas de completar a contagem para n.

Prova da segunda identidade

Contamos o número de formas de somar 1’s e 2’s até n + 1 de forma que pelo menos uma das parcelas é 2.

Como antes, há F(n + 2) formas de somar 1’s e 2’s até n + 1 quando n ≥ 0. Já que há apenas uma soma n + 1 que não usa nenhum 2, a saber 1 + … + 1 (n + 1 termos), subtraímos 1 de F(n + 2).

Equivalentemente, podemos considerar a primeira ocorrência de 2 como uma parcela.

Se, em uma soma, a primeira parcela é 2, então há F(n) formas de completar a contagem para n − 1. Se a segunda parcela é 2, mas a primeira é 1, então há F(n − 1) formas de completar a contagem para n − 2. Continuando este raciocínio iremos chegar à (n + 1)-ésima parcela. Se é 2, mas todas as n parcelas anteriores são 1’s, então há F(0) formas de completar a contagem para 0. Se uma soma contém 2 como uma parcela, a primeira ocorrência de tal parcela deve tomar lugar entre a primeira e a (n + 1)-ésima posição. Portanto F(n) + F(n − 1) + … + F(0) dá a contagem desejada.

Prova da Terceira Identidade

Essa identidade pode ser estabelecida em duas fases. Primeiro, contamos o número de formas de somar 1’s e 2’s até -1, 0, …, ou n + 1 tal que pelo menos uma das parcelas seja 2.

Pela nossa primeira igualdade, há F(n + 2) − 1 formas de somar até n + 1; F(n + 1) − 1 formas de somar até n; …; e, finalmente, F(2) − 1 formas de somar até 1.

Como F(1) − 1 = F(0) = 0 , podemos adicionar todos as somas n + 1 e aplicar a segunda igualdade novamente para obter:    [F(n + 2) − 1] + [F(n + 1) − 1] + … + [F(2) − 1]

= [F(n + 2) − 1] + [F(n + 1) − 1] + … + [F(2) − 1] + [F(1) − 1] + F(0)

= F(n + 2) + [F(n + 1) + … + F(1) + F(0)] − (n + 2)

= F(n + 2) + F(n + 3) − (n + 2).

Por outro lado , observamos a partir da segunda igualdadee que existem

F(0) + F(1) + … + F(n − 1) + F(n) meios somando com n + 1;

F(0) + F(1) + … + F(n − 1) meios somando com n;

F(0) meio somando com -1.

Somando todas as somas n + 1 , vemos que há

(n + 1) F(0) + n F(1) + … + F(n) formas de somar até -1, 0, …, ou n + 1.

Já que os dois métodos de contagem se referem ao mesmo número , temos : (n + 1) F(0) + n F(1) + … + F(n) = F(n + 2) + F(n + 3) − (n + 2)

Finalmente, completamos a prova subtraindo a igualdade acima de n + 1 vezes a segunda igualdade.

Importância do Sobrenome 

O governo passou a usar cada vez mais papéis, documentos, e deixar registrados seus atos entre todo o mais. Assim cada vez mais foi importante identificar com exatidão as pessoas. Em algumas comunidades nos centros urbanos, os nomes próprios não eram mais suficientes para distinguir as pessoas.

No campo, com o direito de sucessão hereditária de terras, era preciso algo que indicasse vínculo com o dono da terra, senão como os filhos ou parentes iriam adquirir a terra, já que qualquer pessoa com o mesmo nome poderia se passar por filho? Acredita-se que até o ano de 1450 a maior parte das pessoas de qualquer nível social tinha um sobrenome hereditário, fixo. Este sobrenome identificava a família, provendo assim uma ligação com o passado desta família, e preservando sua identidade no futuro.

Descubra a origem de seu sobrenome sem sair de casa

Nome e sobrenome são a nossa primeira noção de pertencer. Cravados em documentos, localizam a gente na família, na geografia e na história do planeta.

Qual a biografia do Cavalcanti, do Silva, do Souza, do Almeida? Antes eram necessárias longas horas no cartório, na casa de antigos parentes e até mesmo em cemitérios, em meio a entrevistas e documentos empoeirados.

Agora, pela internet, fazer uma árvore genealógica ficou bem mais fácil. Sites completos revelam origens de sobrenomes e ajudam o internauta a combinar informações.

Confira a seguir algumas páginas brasileiras e internacionais, além de programas que ajudam na pesquisa de seus ancestrais.

Brasileiros:

www.genealogia.com.br

www.imigrantesitalianos.com.br

www.gentree.org.br

www.memorialdoimigrante.sp.gov.br

www.auxilio-a-lista.com.br

www.nggenealogia.com.br

www.magodasimagens.com.br

www.imagemcerta.hpg.ig.com.br

http://lists.rootsweb.com/index/intl/BRA

Internacionais:

www.familysearch.org

www.rootsweb.com

www.ancestry.com

www.ellisisland.org

www.genealogy.com

www.italianancestry.com

Gens.it

Programas:

Family Tree Maker

Personal Ancestral File

GenPro

AncQuest

Baixar Livro

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